Quando eu comecei a escrever esse blog foi sem pretensão nenhuma, como quase todo mundo.
Escrevi alguns dias e achei que não teria mais nada pra escrever, pra acrescentar.
Bem nesse período aprendi a visitar outros blogs, muitas vezes deixava um comentário. Até que recebi minhas primeiras visitas e meu primeiro comentário, da Angi - Mãe do Guri (ê amiga!). Pouco tempo depois, chegou a Renata - Mãe da Laura, que hoje é minha comadre virtual. Como é legal saber que alguém veio no blog, que leu, que gostou e comentou!
De lá pra cá, nesses quase dois anos, conheci tanta gente. Participei de tanta história de vida. E o mais legal é saber que grande aparte das pessoas que chegaram aqui, ficaram. Quase todo mundo que me acompanha, vem daquela época. E isso nos aproxima muito. Nos torna comadres mesmo. Porque nossa vida é um blog aberto! Rá.
Já tentei fazer uma rotina pra escrever aqui. Mas não consigo. Não que não tenha coisas pra contar, é que esse tempo ingrato corre de mais e os textos ficam passeando na minha cabeça até finalmente caírem no esquecimento.
Mas o bloguinho segue, firme, porém nem tão forte.
Não tenho vontade nenhuma de parar de escrever, nem de perder o contato com azamigas virtuais e nem com aquelas que já desvirtualizei. No começo eu tentei separar as amigas virtuais das reais. As amigas reais não sabiam que eu escrevia aqui e as daqui não tinham acesso ao meu face. Eu sentia que ficava mais segura assim. Com pouco acesso das pessoas que poderiam saber onde eu morava, ou onde andávamos. Hoje é bem diferente. Todo mundo já está aqui e lá. Isso me aproximou muito mais das amigas. Dos dois lados.
Apesar de gostar muito de receber visitas e de ganhar seguidoras (quem não aprende a gostar?) nos últimos tempos estou visitando poucos blogs novos, não por falta de vontade, mas porque eu não terei como visitá-los sempre, assim eu vou abraçando apenas quem está chegando! [Pode chegar viu gente, que eu gostho!]
E eu gosto de ler e comentar!
E se fico feliz com as visitas, imagine você, como fiquei no dia que fui reconhecida na rua por uma leitora. Foi no dia que conheci a Cynthia - do Júlio. Ela olhou pra mim, disse que já me conhecia e que lia o blog. Mas a danadinha nunca tinha comentado e eu não a conhecia. Tão estranho e tão legal!
Ontem eu chorei de emoção com um texto que recebi na página do blog no facebook. Eu já conheço a Gilvânia há muito tempo, mas não somos eramos tão próximas. Ela tem uma filha pré-adolescente e um filho da mesma idade do Enry. Nos acompanhamos através das redes sociais. Ela conheceu o blog recentemente e me contou que tinha lido o blog todo (óia que linda!)! E ontem me fez feliz com essa mensagem:
Ívna, Depois que comecei ler seu blog, percebi que existem algumas coisas erradas por aqui.
Fiquei feliz porque sem querer (querendo) nossa história de amor, de maternagem e carinho, porque a história desse blog, que acontece aos trancos e barrancos é especial não só pra gente, mas pra outras leitoras também!
Gil, nós não fizemos nada, você que fez! ;D
